30 de outubro de 2013

Cientistas chineses criam tablet 3D que dispensa óculos

Cientistas chineses da Universidade Jiao Tong, em Xangai, desenvolveram um tablet que permite ver imagens em três dimensões sem a necessidade de óculos, anunciou nesta quarta-feira (23) a imprensa local.
Esta tecnologia permitirá aos usuários desfrutar de conteúdos em 3D sem utilizar nenhum tipo de equipamento nos olhos, disse à agência "Xinhua" Fang Yong, do Instituto de Pesquisa Wuxi de Jiao Tong e responsável pelo projeto.

Tablet 3D criado por Universidade de Jiao Tong, na China, dispensa óculos
Tablet 3D criado por Universidade de Jiao Tong, na China, dispensa óculos
Sua equipe patenteou a tecnologia para aplicá-la também em televisões e computadores. Espera-se que os primeiros tablets possam ser lançados no mercado ainda este ano, enquanto os televisores estarão à venda até 2015, explicou Yong.
As descobertas serão apresentadas no próximo mês na 15ª edição da Feira Industrial Internacional da China, que será realizada em Xangai e contará com a participarão de mais de 60 universidades chinesas, taiwanesas, japonesas e sul-coreanas.
No evento, outras universidades de Xangai apresentarão suas invenções, como um serviço de gestão de trânsito que aconselha os motoristas em tempo real com as melhores rotas para evitar engarrafamentos na cidade, desenvolvido pela Universidade de Tongji, antecipou hoje o jornal oficial "Shanghai Daily".
Outros avanços que serão apresentados na feira incluem uma lixeira que organiza os dejetos e um robô que limpa o solo automaticamente.

29 de outubro de 2013

Fios moleculares desvendam bússola biológica de pássaros

Nanofios e fios moleculares
A nanotecnologia trouxe os nanofios, que se mostraram capazes de criar uma nova geração de componentes eletrônicos, incluindo memórias quase eternas.
Contudo, já existem equipes trabalhando além dos limites da nanotecnologia, criando sub-nanofios. E, claro, existem aqueles que lidam diretamente no nível molecular.
Uma equipe de pesquisadores holandeses acaba de criar fios moleculares unidimensionais "perfeitos" - sem defeitos estruturais e sem contaminações químicas.
Magnetorresistência
Se a nanotecnologia trouxe surpresas, com os materiais em nanoescala apresentando comportamentos totalmente diferentes desses mesmos materiais em larga escala, no reino molecular as coisas parecem acontecer de forma ainda mais inusitada.
Os fios moleculares, feito de moléculas tipicamente usadas em tintas, apresentam uma condutividade elétrica que pode ser quase totalmente suprimida por um leve campo magnético, à temperatura ambiente.
O mecanismo responsável por esse efeito pode explicar a bússola biológica que se acredita existir nos pássaros migratórios para que eles encontrem seu rumo no campo geomagnético, podendo ajudar nos estudos biológicos.
Mas a descoberta é realmente espetacular no campo da eletrônica, podendo levar à criação de novos sensores de campo magnético, para smartphones, por exemplo, ou de transistores moleculares controlados magneticamente.

A mudança na resistência elétrica pela ação de um campo magnético é chamada magnetorresistência, e é muito importante na tecnologia, sendo usada, por exemplo, nas cabeças de leitura dos discos rígidos.

Fios moleculares

Para criar os fios moleculares, Rabindra Mahato e seus colegas do Instituto de Tecnologia de Eindhoven usaram DXP, uma molécula orgânica que é um corante vermelho do mesmo tipo utilizado na famosa Ferrari Testarossa.
A fim de forçar as moléculas a formar cadeias unidimensionais de 30 a 100 nanômetros de comprimento, Mahato aplicou um truque inteligente: enfiou as moléculas em cristais de zeólita.
Zeólitas são minerais porosos, compostos de átomos de silício, alumínio e oxigênio, com canais que medem apenas 1 nanômetro de diâmetro, um pouco maior do que o diâmetro da molécula.
Isso permitiu aos pesquisadores criar cadeias de moléculas alinhadas dentro do canal, formando fios moleculares com exatamente uma molécula de largura.
Como eles estavam bem presos, ficou fácil medir sua condutividade elétrica.
Mas a surpresa maior veio quando os fios moleculares foram expostos a um campo magnético.
A condutividade elétrica no fio molecular é quase completamente interrompida por um campo magnético de poucos militeslas - um campo que você pode facilmente gerar com um ímã de geladeira.

24 de outubro de 2013

18 de outubro de 2013

16 de outubro de 2013

Visita técnica à CACIQUE

O PET Engenharia Química realizará no próximo dia 29 de outubro uma visita técnica à indústria de café solúvel Cacique de Londrina, a qual fabrica o Café Pelé. Hoje a empresa exporta para 76 países nos 5 continentes, sendo inclusive a primeira empresa a colocar produtos manufaturados brasileiros na Ex-União Soviética.
Mais informações abaixo: