28 de março de 2014

Microscópio de R$1 é impresso e montado como origami

Em teoria, um microscópio é um equipamento tão delicado que, a princípio, parece impossível fabricar um deles apenas recortando uma folha de papelão. E, ainda por cima, a um custo final de R$1,20.
Mas foi exatamente isso que fez o bioengenheiro indiano Manu Prakash, da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos. E a invenção pode salvar vidas em países em desenvolvimento, onde faltam equipamentos para diagnosticar (e tratar) doenças corretamente.
As peças do Foldscope - algo como "dobraduroscópio" - são impressas em papelão. Depois, são destacadas e montadas seguindo um sistema de dobraduras e encaixes, lembrando um origami.
O Foldscope - que tem o formato de uma tira - ainda tem peças como lentes, uma pequena lâmpada de LED e uma bateria semelhante à que é usada em relógios. O microscópio é montado em poucos minutos, e seu custo total é de US$ 0,50 (R$ 1,20).
A bateria do Foldscope funciona por até 50 horas, e o equipamento permite ampliar uma imagem em até 2 mil vezes.
Por ser impresso em papelão, o microscópio Foldscope pode ser fabricado em larga escala. 
Microscópio para detectar doenças
Prakash e sua equipe criaram 12 modelos diferentes de microscópios, cada um feito para diagnosticar uma doença específica.
Por ser impresso, ele pode ser fabricado em larga escala. Além disso, o microscópio de papel é muito resistente: “Você pode molhá-lo, pisar e pular nele e jogá-lo da altura de um prédio de três andares”, diz Prakash.
A ideia surgiu a partir das viagens do cientista e seus alunos a países em desenvolvimento, onde eles ficaram impressionados com a falta de infraestrutura para identificar doenças como a malária.
“No Quênia, não há remédios suficientes contra malária, mas ainda assim eles são distribuídos mesmo que a doença não tenha sido diagnosticada”, afirma Prakash.
Além do desperdício, o uso indiscriminado dos medicamentos faz com que os parasitas que causam a doença fiquem imunes aos tratamentos disponíveis. Daí a importância dos microscópios, que permitem identificar a presença do mal nos pacientes.
Em novembro, a Fundação Bill & Melinda Gates premiou Prakash com US$ 100 mil (cerca de R$ 235 mil) para que ele teste o Foldscope na Índia, na Tailândia e em Uganda.
O cientista agora selecionará 10 mil voluntários, entre médicos, alunos de medicina, estudantes de nível primário e secundário e pesquisadores, para testar seu invento.

Bibliografia:Foldscope: Origami-based paper microscope
James Cybulski, James Clements, Manu Prakash


25 de março de 2014

20 de março de 2014

Oportunidade: bolsas para TCC

O CIM - Centro de Inovação de Maringá, no intuito de estimular o desenvolvimento de soluções inovadoras para as atividades estratégicas da economia maringaense, ao mesmo tempo em que busca encontrar soluções para problemas da cidade, criou o Programa Projeto de Bolsas para Trabalhos de Conclusão de Cursos de Graduação (TCC) .


Serão oferecidas 34 bolsas no valor unitário de R$ 3.000,00 para desenvolvimento de TCCs em diversos temas, compreendendo desde aspectos específicos relacionados a questões gerenciais, tecnológicas ou financeiras até temas de interesse social, que agregam valor para toda a coletividade.

Para os interessados, clique aqui para ver o edital.


19 de março de 2014

Oportunidade de Estágio: ABRE

A ABRE, Agência Brasileira de Emprego e Estágio, e a UEM oferecem uma oportunidade de estágio para alunos matriculados à partir do 4º ano de Engenharia Química. A bolsa é de R$250,00, além de oferecer vale transporte. 

A empresa que oferece a vaga atua na área de Projetos Industriais. O estágio é de segunda a sábado, horário a combinar. 

Os interessados devem acessar o Portal Abre ou entrar em contato com a agência ABRE - Maringá, localizada na rua Santos Dumont, 1485, loja 01 - Zona 3 (Maringá), telefone: (44) 32221414.

15 de março de 2014

18 coisas que as pessoas criativas fazem diferente

criatividade se manifesta de forma misteriosa e muitas vezes paradoxal. O pensamento criativo é uma característica estável e marcante em muitas personalidades, mas ela também pode mudar de acordo com a situação e contexto.
Muitas vezes a inspiração e ideias parecem surgir do nada e depois desaparecem quando mais precisamos delas - e o pensamento criativo exige uma cognição complexa, porém totalmente distinta do processo utilizado para o pensamento.
A neurociência pinta um quadro complicado da criatividade. Atualmente, os cientistas entendem a criatividade como algo bem mais complexo do que a divisão do cérebro em hemisférios direito e esquerdo nos leva a pensar (a teoria de que o lado esquerdo do cérebro = pensamento racional e analítico e o lado direito = pensamento criativo e emocional).
Na realidade, acredita-se que a criatividade engloba vários processos cognitivos, caminhos neurais e emoções e mesmo assim não temos toda a dimensão de como a mente imaginativa funciona.
E, psicologicamente falando, pessoas com personalidade criativa são difíceis de definir, especialmente por serem complexas, paradoxais e geralmente evitarem hábitos ou rotinas.

Ainda que não exista uma personalidade criativa única, há algumas características comuns às pessoas altamente criativas. Veja quais são elas:
Elas sonham acordadas.
Elas observam tudo.
Elas trabalham no horário que é melhor para elas.
Elas separam um tempo para a solitude.
Elas conseguem transformar os obstáculos em algo bom.
Elas buscam novas experiências.
Elas aprendem com os erros.
Elas fazem as perguntas mais complexas.
Elas arriscam.
Elas encaram a vida toda como oportunidade de auto-expressão.
Elas seguem suas verdadeiras paixões.
Elas tentam pensar de forma diferente.

Elas perdem noção do tempo.
Elas vivem rodeadas de coisas belas.
Elas ligam os pontos.
Elas separam tempo para reflexão.

Leia a reportagem completa em: Exame,com